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Fotos raras das ruínas de Petra - As Maravilhas do Mundo Moderno

Caio Bezerra | terça-feira, outubro 04, 2016 | 0 comentários


Petra é um importante sitio arqueológico na Jordânia, uma das Novas sete maravilhas do mundo.












Petra é um importante sitio arqueológico na Jordânia, situado na bacia entre as montanhas que formam o flanco leste de Wadi Araba, o grande vale que vai do Mar Morto ao Golfo de Aqaba, perto do Monte Hor e do Deserto de Zin. Em 7 de Julho de 2007 foi considerada, numa cerimônia realizada em Lisboa, Portugal, uma das Novas sete maravilhas do mundo.
As candidatas que foram escolhidas como as Sete Maravilhas do Mundo Moderno:

Ruínas de Petra- Jordânia Muralhas da China- China
Cristo Redentor- Brasil, Rio de Janeiro
Machu Picchu - Peru Cusco, Peru
México Yucatan Chichen Itzá-
Coliseu Itália- Roma, Itália
Taj Mahal - Agra, Índia

Pouco se sabe sobre Petra de como foi construída e o tempo de sua construção e as técnicas empregadas.

A região onde se encontra Petra foi ocupada por volta do ano 1200 a.C. pela tribo dos Edomitas, recebendo o nome de Edom. Como a cidade se situava perto do Monte Hor, é muito possível que os horitas, um povo mencionado na Bíblia (Genesis 14:6, 36:20, Deuteronómio 2:12), habitassem essa região ainda antes da chegada dos edomitas. A região sofreu numerosas incursões por parte das tribos israelitas, mas permaneceu sob domínio edomita até à anexação pelo império persa.


Sabe que foi construído pelos nabateus mais de 2000 anos atrás, onde era um importante ponto na rota da seda para a China e Índia. Petra foi uma enxurrada de atividades com caravanas de camelos parando com frequência na rota para o Extremo Oriente.

Durante o século VI a.C., Edom foi colonizada pelos Nabateus (uma das tribos árabes), o que forçou os Edomitas a mudarem-se para o sul da Palestina, que passou a ter o nome de Idumeia, nome derivado dos idumeus ou edomitas.

O ano 312 a.C. é apontado como data do estabelecimento dos Nabateus no enclave de Petra e da nomeação desta como sua capital. Durante o período de influência helenística dos Selêucidas e dos Ptolomaicos, Petra e a região envolvente floresceram material e culturalmente, graças ao aumento das trocas comerciais pela fundação de novas cidades: Rabbath 'Ammon (a moderna Amã) e Gerasa (actualmete Jerash).
Devido aos conflitos entre Selêucidas e Ptolomaicos, os Nabateus ganharam o controle das rotas de comércio entre a Arábia e a Síria. Sob domínio nabateu, Petra converteu-se no eixo do comércio de especiarias, servindo de ponto de encontro entre as caravanas provenientes de Aqaba e as de cidades de Damasco e Palmira.

Entre os anos 64 e 63 a.C., os territórios nabateus foram conquistados pelo general Pompeu e anexados ao Império Romano, na sua campanha para reconquistar as cidades tomadas pelos Hebreus. Contudo, após a vitória, Roma concedeu relativa autonomia a Petra e aos Nabateus, sendo as suas únicas obrigações o pagamento de impostos e a defesa das fronteiras das tribos do deserto.




No entanto, em 106 d.C., Trajano retirou-lhes este estatuto, convertendo Petra e Nabateia em províncias sob o controlo directo de Roma (Arábia Petrae). Adriano, seu sucessor, rebaptizou-a de Hadriana Petrae, em honra de si próprio.




Época Bizantina
Em 380 d.C., o Cristianismo converteu-se na religião oficial do Império Romano, o que teve as suas repercussões na região de Petra. Em 395, Constantino fundou o Império Bizantino, com capital em Constatinopla (actual Istambul).

Petra continuou a prosperar sob o seu domínio até o ano em que um terremoto destruiu quase metade da cidade. Contudo a cidade não morreu: após este acontecimento muitos dos edifícios "antigos" foram derrubados e reutilizados para a construção de novos, em particular igrejas e edifícios públicos.

Em 551, um segundo terremoto (mais grave que o anterior) destruiu a cidade quase por completo . Petra não conseguiu se recuperar desta catástrofe, pois a mudança nas rotas comerciais diminuíram o interesse neste enclave.


Redescoberta de Petra
As ruínas de Petra foram objecto de curiosidade a partir da Idade Média, atraindo visitantes como o sultão Baybars do Egipto, no princípio do século XIII. O primeiro europeu a descobrir as ruínas de Petra foi Johann Ludwig Burckhardt (1812), tendo o primeiro estudo arqueológico científico sido empreendido por Ernst Brünnow e Alfred von Domaszewski, publicado na sua obra Die Provincia Arabia (1904).


Em 6 de Dezembro de 1985, Petra foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Em 2004, o governo jordano estabeleceu um contrato com uma empresa inglesa para construir uma auto-estrada que levasse a Petra tanto estudiosos como turistas.
Em 7 de Julho de 2007, foi eleita em Lisboa, no Estádio da Luz uma das Novas sete maravilhas do mundo.

O Parque Arqueológico de Petra
O Parque Arqueológico de Petra (PAP) compreende uma área de 264 metros quadrados em Wadi Musa, considerado um local turístico e arqueológico e Patrimônio Mundial registado na lista de Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1985. A área tem uma paisagem de cortar a respiração com montanhas de tez rosa cujo ponto principal é a fantástica cidade nabateia de Petra, que foi esculpida na rocha há mais de 2000 anos.

O valor universal excepcional de Petra reside na vasta extensão do túmulo elaborado e arquitetura do templo, lugares religiosos elevados, os canais remanescentes, túneis e barragens de desvio que combinados com uma vasta rede de cisternas e reservatórios que controlavam e conservadas chuvas sazonais, e o extensa vestígios arqueológicos, incluindo de mineração de cobre, templos, igrejas e outros edifícios públicos.
A fusão de fachadas arquitetônicas helenísticas com corte de rocha do templo / túmulos Nabataean tradicionais, incluindo o Khasneh, a urna Tomb, o Palácio de Petra, o Corinthian Tomb eo Deir ("mosteiro") representa uma realização artística única e um conjunto arquitetônico notável do primeiros séculos aC a dC. Os vestígios arqueológicos variados e monumentos arquitetônicos de tempos pré-históricos aos períodos medieval testemunho excepcional para as civilizações perdidas agora que se sucederam no sitio.

Veja mais imagens raras: 














Imagens Atuais de Petra:




 



  









  



















Curiosidades
Indiana Jones e a Última  Cruzada:
O edifício da Câmara do Tesouro, em Petra, foi utilizado como cenário no filme Indiana Jones e a Última Cruzada. O interior mostrado no filme não corresponde, no entanto, ao interior do dito edifício, tendo sido fabricado em estúdio.


















transformers 2
Também teve cenas gravadas na cidade de Petra.










Mortal Kombat: A Aniquilição
Rayden entra para falar com os Deuses Antigos, onde foi também gravado na cidade de Petra.
Petra é famosa principalmente pelos seus monumentos escavados na rocha, que apresentam fachadas de tipo helenístico (como o célebre El Khazneh).



Tintim

Herói do Gibi, visita Petra no álbum de banda desenhada Coke en stock ("Carvão no Porão").





















Para saber mais:
Site UNESO
Site Oficial de Viste Petra


Veja os Vídeos:










Onde fica:
Olhe no mapa abaixo e conheça melhor:

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